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  • Aristides Mandinga

Ser guineense não é apenas um direito


Ser guineense não é apenas um direito; ser guineense também significa eleger um conjunto de pessoas capazes de administrar o país. É o nosso dever votar em novos líderes. Para mim, o método mais eficaz em termos de comunicarmos ou transmitirmos, o nosso descontentamento social é através do voto.

Faltam 4 meses para as eleições legislativas no país. Segundo a publicação da ministra da Administração Territorial, Ester Gomes, o recenseamento eleitoral decorre entre o dia 23 de agosto a 23 de setembro. Portanto, aconselho a todos os guineenses a recensearem-se para mudarmos o rumo da nossa pátria amada. Não votem nos partidos que sequestraram o desenvolvimento do país; deem oportunidades a outros partidos políticos.

Nos últimos anos, a corrupção cresceu em quase todos os paradigmas da vida guineense e a política não permaneceu intocável. Deste modo, peço aos meus caros guineenses para começarem a pensar em eleger líderes confiáveis e com ética. As pessoas precisam de perceber que é importante eleger, um bom candidato capaz de repor a ordem na guine. Tendo um número alto de eleitores analfabetos, os nossos líderes aproveitam-se do problema para serem reelegidos. A democracia no país só será eficaz quando as pessoas começarem a votar com a consciência. Tenho confiança que, apesar de tantas dificuldades em organizarem as eleições legislativas, a data agendada será comprida.

Estás eleições são importantes para nós, para África e para o mundo. Deste modo, esperemos que as eleições em novembro sejam credíveis, e que clarifique a voz do povo.


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