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  • Aristides Mandinga

A Hipocrisia Política do PAIGC


Faltam 24 dias para celebrarmos uma nova independência política na Guiné-Bissau

Esta é a nossa oportunidade para escolhermos um Presidente que renovará a nossa esperança, encorajará a reconciliação nacional na base da “Guinendadi” para eventualmente juntos construirmos uma Guiné Bissau moderna e verdadeiramente democrática.

É muita hipocrisia ver o PAIGC a acusar o Presidente Senegalês de interferir na nossa política doméstica. 

Em linguagem que se entenda, quando às autoridades Portuguesas, Angolanas, e certas personalidades políticas tais como: o José Maria Neves, Luis Flipe MNE, o embaixador dos EUA, Tulinado Mushingi interferem na nossa política interna, posicionando a favor do PAIGC, o conceito da soberania torna-se irrelevante. 

Mas quando as interferências beneficiam o MADEM G-15 ou o Partido da Renovação Social é considerado um crime lesa-pátria e o conceito da soberania ganha automaticamente a sua importância. Haja paciência, realmente estão desorientados e bêbados para o poder. 

Mas porquê que só o PAIGC é que pode usar o conceito em questão ou categorizar que intervenções violam a nossa soberania? O PAIGC e os seus camaradas que olhem para o espelho antes de criticar alguém.

Os rumores que o PAIGC e os seus apoiantes estão a espalhar nas redes sociais em relação a delimitação marítima entre a Guine Bissau e o Senegal não passa dum alarmismo político exagerado que visa confundir o eleitorado. 

Não existe nenhum pacto entre o General USE e o Presidente Macky Sall. Se o PAIGC e os seus camaradas estão convictos que existe algum acordo entre as personalidades que acima referi, seria útil se divulgassem os requisitos do acordo para ajudar na clarificação da opinião publica.

O General USE só organizará uma nova ronda de negociações, quando for eleito Presidente da República porque neste preciso momento não tem competências para tal.

Resumindo, assim que for marcada uma nova ronda de negociações, eis os seguintes ingredientes que precisamos desenvolver (o consenso e a união entre os guineenses e por último um estado de direito democrático) para construirmos um plano estratégico nacional que facilitará na ratificação dos requisitos que constam no acordo de 1993.

VOTA 2 General Umaro Sissoco Embalo


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