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Eleições: JOMAV e o Reset Button

O Presidente carregou o “Reset button” da política guineense, quando marcou as eleições para o dia 10 de março. Agora, é importante garantir que nenhum partido político tente fazer o “reboot” das eleições legislativas.

 

Já que ultrapassarmos uma série de impasses, chegou a hora de analisar, criticar e comparar os programas estratégicos/eleitorais, para que eventualmente se escolha o partido capaz de estabelecer a Paz positiva na Guine Bissau.

 

Contudo, acredito que temos vários quadros ou personalidades políticas, capazes de contribuírem para o desenvolvimento da nação. Alias, políticos com convicção, integridade e ética não existe só no PAIGC.

 

Durante 25 anos de Democracia; o PAIGC transformou a Guine Bissau em um país: onde uma grande parte da população necessita de Segurança Humana, vivem num ambiente degradado onde a (in)segurança alimentar e nutricional passou a ser uma ameaça ao estado; jovens e idosos são ignorados e privados da dignidade que desservem ou a (in)segurança no trabalho que afeta uma grande parte da nossa população principalmente a camada juvenil.

 

Todas essas barreiras têm uma só leitura: a falha da governação dos libertadores durante 25 anos.

 

A Mudança do Paradigma Social

 

Em 2019, a nossa nação não pode continuar assim; é imperativo dar oportunidades a outros partidos políticos por exemplo: MADEM- G15, PRS, MGD, APU-PDGB etc. A Guine Bissau precisa de uma alternativa radical capaz de reconstruir o papel do Estado: para que seja possível clarificar duma vez por todas, quais as funções do Estado que queremos.

 

Nós subescrevemos a sugestão do Presidente da República em “organizar um referendo” desde que seja respeitada, as normas e os procedimentos durante a sua realização.

 

Todavia, a decisão de incluir o povo no processo de tomada de decisão fortifica o papel da cidadania e melhora a ramificação de um Estado Direito Democrático. “É imperativo rever a nossa constituição; para acabar com as divergências entre as nossas instituições e encorajar a estabilidade política.”

 

Lutamos por instituições de um estado alinhado na personalização do atendimento e do acompanhamento do cidadão e das empresas. Urge-nos reformar o atual sistema leninista e modernizar as nossas instituições, com mais formação, reconversão e dignificação profissional.

Aristides Mandinga, Student of International Relations and Peace Studies

 

 

 

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