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A Promoção do Empreendedorismo

March 8, 2019

Por razões de justiça social, por razões de decência dos poderes públicos, por razões de renovação e qualificação da força de trabalho e porque não devemos dar às gerações vindouras um futuro pior do que o presente, é preciso mudar as leis laborais e mudar o modelo de financiamento da segurança social, visando abrir os mercados de trabalho aos jovens.

 

A par das medidas de política económica em matéria de finanças públicas, orientada para o financiamento da economia, de combate a economia informal, de fomento da produção agrícola, da pesca, da aquacultura, da agroindústria, do turismo e da mineração, fundadas na promoção das micro, pequenas e médias empresas, as medidas de política ativa de emprego devem confluir no sentido de agir na capacitação técnica, na preservação, reestruturação e criação do emprego.

 

Na verdade, nunca houve uma política de promoção do empreendedorismo.

O Empreendedorismo é o principal fator impulsionador do desenvolvimento económico e social de um país, é o processo de criar algo diferente e com valor.

A importância de promover o empreendedorismo, radica na sua capacidade de criar empregos, autoempregos e de gerar riqueza, promovendo o crescimento e o desenvolvimento, e provocando a transformação tanto económica quanto social.

 

 

Pa mufunessa eventualmente larga Guiné, é necessário apostar em pessoas honestas, que partilham uma visão estratégica capaz de romper com o subdesenvolvimento, erradicar a paz negativa e estabelecer a paz positiva. Vota 1; MADEM 🗳. Hora de Mudança txiga.

 

Fatores estruturais que dificultam.

Os fatores estruturais que dificultam a emergência do empreendedorismo à altura dos desafios económicos do nosso país, pontuam alguns fatores, estruturantes e transversais, como sejam: - um sistema de ensino completamente desconectado com a formação profissional e com as necessidades das empresas e do mundo rural; a generalizada ausência de infraestruturas adequadas; um sistema de Justiça, pouco evoluído, pouco célere, pouco eficiente e “inimiga” da economia, e sobretudo, a ausência de financiamento alternativo ao crédito bancário, ou seja, ausência de instrumentos de capital e de capital de riscos e de outras formas mais modernas de capitalização de empresas.

Todavia, o papel do empreendedor é identificar as oportunidades, agarrá-las e buscar os recursos para transformá-las num negócio lucrativo, é assumir riscos em uma economia global em constante transformação, é ser resiliente e encarar os possíveis fracassos, como uma oportunidade de uma nova partida, mesmo quando se encontre num ambiente de crises políticas recorrentes. 

 

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